Excesso de analgésicos para enxaqueca

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Causa dependência, perde o efeito com o tempo e ainda pode provocar consequências ainda piores? Vamos entender.

Analgésicos são muito úteis quando usados com cautela. O excesso deles piora a enxaqueca e deixam de fazer efeito!

Um levantamento realizado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão do governo americano, divulgado recentemente acendeu um alerta vermelho para médicos e pacientes de todo o mundo. A pesquisa revela que, nos Estados Unidos, o número de mortes por overdose de analgésicos triplicou de 1990 a 2008. No último ano coberto pelo estudo, foram registrados 14,8 mil óbitos. A informação agrava a preocupação das autoridades mundiais de saúde em relação ao crescimento do consumo dessa classe de medicamentos, indicada para o alívio da dor de cabeça e algumas outras. De acordo com a consultoria internacional IMS Health, de 2006 a 2010 o mercado global desses remédios teve crescimento de 27%. No Brasil, o segmento movimentou US$ 902 milhões em 2010, magnitude que torna o País líder de consumo entre as nações emergentes e sexto maior mercado do mundo, à frente de países como Japão e Espanha e isso não é bom.

No Brasil, o consumo é maior de analgésicos comuns ou anti-inflamatórios com efeito analgésico. “E precisamos usar mais opioides, porque eles aliviam a dor oncológica e outras dores agudas”, diz o neurologista João Batista Garcia, presidente da Sociedade Brasileira de Estudos da Dor. “O fato de não usarmos tanto esse tipo de remédio resulta no sofrimento de muitos pacientes.” Em comum a qualquer nação está a realidade de que, em geral, os indivíduos apresentam baixa tolerância à dor, preferindo recorrer às medicações.

Na medida certa, eles aliviam a dor. Mas, em excesso, podem ser extremamente ameaçadores à saúde. Por aqui, uma das categorias mais usadas incorretamente é a de medicamentos contra dor de cabeça, normalmente vendidos sem receita médica. E o que a maioria dos pacientes desconhece é que, quando há consumo sem orientação adequada, corre-se o risco de desenvolver a chamada cefaleia de rebote, causada justamente pela ingestão acima do recomendado. Um trabalho feito pelo neurologista Ariovaldo Alberto Júnior, diretor da Sociedade Brasileira de Cefaleia, ilustra bem esse problema. Em um estudo na cidade mineira de Capela Nova, o médico descobriu que 3,6% da população, de apenas dois mil habitantes, tinha dor de cabeça diariamente. “A principal causa era o uso abusivo de analgésicos”, disse.

Pode parecer estranho, mas o uso excessivo desse tipo de medicamento pode piorar ainda mais o quadro, podendo até levar à enxaqueca crônica. Dependendo do tipo de medicação, o uso por mais de 10 dias ao mês pode provocar o que se chama de cefaleia por uso excessivo de medicamentos.

A metade dos pacientes tem a doença (ou o agravamento do quadro) por conta do uso abusivo desses remédios. A piora não é o único risco da ingestão exagerada do medicamento sem acompanhamento adequado: há também o risco de dependência para alguns medicamentos específicos.

 

Então, qual é o tratamento adequado?

Para pacientes que já estão em um quadro de enxaqueca provocada pelo uso excessivo de analgésicos, é comum que o medicamento seja retirado, mas apenas sob a indicação do médico, de preferência fazendo um acompanhamento com neurologista. Ele quem determina que o uso seja interrompido para que seu corpo fique “limpo”.

A boa notícia é que a maioria dos pacientes “intoxicados” pelos analgésicos consegue reverter o quadro para crises eventuais depois de fazer um tratamento bem-sucedido. Há, no entanto, um grupo de pacientes cujas dores não cessam mesmo depois do processo de desintoxicação. Por isso a automedicação nunca é recomendável!

É o médico quem decidirá se o tratamento será feito com interrupção abrupta do remédio ou se as doses serão reduzidas gradativamente, conforme o perfil de cada um.

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Analgésicos são muito úteis quando usados com cautela. O excesso deles piora a enxaqueca e deixam de fazer efeito!
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