Estudos sobre Enxaqueca

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Estudos sobre Enxaqueca

Um estudo sobre enxaqueca levantou que uma em cada sete pessoas no mundo — em números absolutos, por volta de 300 milhões — sofrem de enxaqueca.

As crises associadas a enxaqueca são classificadas pela Organização Mundial da Saúde como doenças debilitantes tão graves como a psicose e a demência.

No entanto, embora sua predisposição genética já fosse conhecida, ainda não havia estudos sobre enxaqueca que mostrassem por que é possível ver tantos casos da enfermidade em uma mesma família.

Para suprir essa informação, pesquisadores da Universidade de Helsique, na Finlândia, entrevistaram 59 mil pessoas que têm enxaqueca.

Após a análise do DNA dos voluntários, encontraram 40 variantes genéticas significativas que aumentariam o risco de uma pessoa registrar a doença.

Revista Neuron – Estudos sobre Enxaqueca

Essas variantes podem associar-se entre si ou com variantes detectadas em levantamentos anteriores. Os cientistas, então, calcularam o impacto provocado por essas combinações de genes. Desta forma, criaram uma pontuação com o risco genético da enxaqueca — os tipos mais comuns e que estragos podem provocar no organismo. O levantamento foi publicado ontem na edição on-line da revista “Neuron”.

— Nossa maior surpresa foi que, em famílias com muitos casos de enxaqueca, uma parte significativa do risco genético é causada por variantes comuns, as mesmas que conferem o risco da doença de enxaqueca no resto da população — explica Aarno Palotie, coautor do estudo e pesquisador do Instituto de Medicina Molecular da Finlândia. — Antes, pensávamos que o principal motivo para tantos casos entre parentes era a presença de genes raros e de grande impacto.

Novas formas de combater as Enxaquecas

Andre Felício, Neurologista, Coordenador e pós-graduação pelo Instituto de Pesquisa e Ensino Médico (Ipemed),  avalia que a ligação entre os genes identificados pela pesquisa contribuirá para o desenvolvimento de novas terapias dedicadas ao combate da enxaqueca.

— A combinação dessas variantes genéticas dificulta muito a elaboração de um diagnóstico específico do paciente com enxaqueca, já que cada um traz a sua mutação — comenta Felício, que não participou da pesquisa.

— As 40 variantes genéticas podem se associar em centenas ou milhares de maneiras. O estudo nos ajudará a descobrir quais são os genes mais importantes para a formação da enxaqueca. Quando eles forem identificados, poderemos criar remédios mais eficientes para o tratamento de enxaqueca.

O Neurologista ressalta que a enxaqueca não tem cura. Pode, no máximo, ser atenuada, caso o paciente tome medicamentos preventivos por até seis meses.

Cerca de 15% dos Brasileiros tem Enxaqueca

Célia Roesler, Neurologista e diretora da Sociedade Brasileira de Cefaleia, destaca que até 15% da população brasileira, ou 30 milhões de pessoas, têm enxaqueca.

— Sempre houve a suspeita da hereditariedade da enxaqueca, e o estudo comprova que existe uma composição genética pelo menos nas formas hemiplégicas, que são muito severas e induzem sintomas similares ao de uma paralisia em um lado do corpo — explica.

Além da predisposição genética, outros fatores servem como gatilho à enxaqueca. Aproximadamente 70% dos casos ocorrem em mulheres, devido às alterações hormonais. Também é mais comum na faixa etária entre 25 a 40 anos, quando as pessoas estão mais ativas no mercado de trabalho.

— Nunca houve tantos fatores desencadeadores para a enxaqueca: hoje, as pessoas dormem menos, se cobram muito, trabalham excessivamente, comem mal — condena Célia. — É a forma mais incapacitante entre os mais de 150 tipos conhecidos de dor de cabeça.

Dra. Célia ressalta que existem dois tipos de enxaqueca: a que não tem aura é uma dor de cabeça lapejante, que dura de quatro horas a três dias. Pode vir acompanhada de náuseas e vômitos, e pode piorar com fatores como odores, luminosidade, ruídos e movimento.

A enxaqueca interfere na rotina das pessoas, gera prejuízos e quedas de produtividade

Essas características também são encontradas na enxaqueca com aura, mas nela também podem ser registradas perdas súbitas de visão e alterações sensitivas, como dormência. São crises tão graves que podem comprometer o desempenho de uma pessoa em seu emprego.

Segundo o estudos sobre Enxaqueca publicado pela revista “Cephalalgia” em 2013, estima-se que a população do Reino Unido perca 25 milhões de dias de trabalho ou escola a cada ano por causa da enxaqueca, provocando um prejuízo equivalente a R$ 9,5 bilhões à economia do país.

— As pessoas não estão se cuidando — assinala Célia. — O jejum prolongado, por exemplo, é cada vez mais comum, já que as pessoas estão sobrecarregadas, e é capaz de favorecer a enxaqueca.

Entrevistada pelo Jornal Globo, Elizabete portadora de enxaqueca, conta que já teve enxaqueca antes de uma entrevista de trabalho, e por isso participou da seleção praticamente sem enxergar. Em 2006, a aposentada teve um AVC isquêmico. Os médicos constataram que seu colesterol e a pressão sanguínea não estavam altos.

— Aparentemente o motivo foi o estresse, que também provoca enxaqueca — opina. — Durante muito tempo tomei remédios pensando que o que eu tinha era uma dor de cabeça normal. Na verdade, é mais grave do que isso, era enxaqueca.

Fonte: Jornal do Globo

Comentários

Depoimentos

“Tenho cefaléia crônica diária há 21 anos.” Elisa Bandeira São Paulo – SP

“Tenho cefaléia crônica diária há 21 anos. Há cerca de cinco anos descobri o Cefaly, que usava apenas nas crises com melhora. Atualmente por orientação da minha neurologista venho usando diariamente o Cefaly.”

“As crises de enxaqueca são bastante incapacitantes!” Cleudi Pereira São Paulo – SP

“As crises de enxaqueca são bastante incapacitantes! Quantos medicamentos têm que ter sempre à mão para diminuir a chance de perdermos mais alguma atividade da nossa vida! Quando conheci o Cefaly tive muito menos desses momentos incapacitantes, menos preocupação de sempre ter o medicamento na bolsa e muito mais oportunidades de cumprir meus compromissos profissionais e viver melhor com minhas atividades pessoais!”

“Tenho 14 anos e há dois anos sofro de Enxaqueca.” Jéssica Cristiane Santos Carapicuíba– SP

“Tenho 14 anos e há dois anos sofro de Enxaqueca, sempre na semana do ciclo menstrual. Indicaram-me o Cefaly como método preventivo, duas semanas antes do período, usando 20 minutos por dia. No primeiro mês as dores diminuíram muito e no segundo já não tive mais crise. Continuo usando e estou muito melhor.”