Tratamentos, prevenção, causas e sintomas

Enxaqueca

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O que é enxaqueca?

Quem pensa que enxaqueca é uma simples dor de cabeça se engana. Mais de 30 milhões de brasileiros convivem com algum tipo de enxaqueca, mas nem todos recebem tratamento de enxaqueca especializado. O resultado: uso abusivo de analgésicos, o que pode desencadear uma dor de cabeça crônica. Estudos sobre enxaqueca mostram que mais de 300 milhões de pessoas no mundo sofrem de enxaqueca.

Quando buscar o tratamento de enxaqueca?

A regra é simples. Se você possui uma dor de cabeça constante, isto é, dois episódios em única semana, que duram de 4 a 72 horas, é importante ficar alerta e procurar ajuda. Na verdade, é preciso conscientizar os portadores de que a enxaqueca é uma doença neurológica de diagnóstico clínico que pode ser prevenida e tratada.

Estima-se que as crises de enxaqueca comprometam 1,4% do total de anos de vida saudável do paciente. É uma dor latejante, que pulsa e, normalmente, acomete um lado do crânio, mas pode mudar de lado também.

Enxaqueca é prejudicial?

Dependendo da intensidade da crise de enxaqueca, a pessoa pode ficar impossibilitada de realizar atividades habituais e, na fase crítica, desenvolver sintomas como intolerância à luz, aos ruídos e a odores, além de náusea e vômito. Movimentos bruscos do crânio e esforços físico e mental também podem agravar o sofrimento durante a fase aguda.

Enxaqueca provoca mudanças?

Sim. A crise de enxaqueca pode ser precedida por uma alteração do humor, euforia, depressão e irritabilidade. Mudança no apetite, despertando vontade de comer doces tirando o apetite, visão embaçada, visão dupla, escurecimento da visão (em alguns casos cegueira parcial) de um ou ambos os olhos, sensação de estar vendo pontos brilhantes, como se fossem vaga-lume, além dos famosos bocejos.

 

Como diagnosticar uma enxaqueca?

Uma das maiores angústias do paciente enxaquecoso é encontrar um profissional especializado. É muito comum o indivíduo garimpar de médico em médico, fazer diversos exames, mas não conseguir um tratamento efetivo e somente colecionar na bolsa dezenas de comprimidos desnecessários.

Segundo informações da Dra. Celia Roesler, vice coordenadora do Departamento Científico de Cefaleia da Academia Brasileira de Neurologia, antes de qualquer coisa, é preciso muita cautela, pois nem toda dor de cabeça é enxaqueca. Existem variações de sintomas que podem indicar doenças diferentes, como uma cefaleia tensional, cefaleia episódica, etc. Lei o artigo: Estudos sobre enxaqueca

Atualmente há mais de 200 tipos de dores de cabeça.

Por exemplo, quando um paciente que nunca teve dor apresenta uma cefaleia súbita e intensa, pode estar associado a um quadro de aneurisma. Se o sintoma for febre, rigidez de nuca e vômito pode ser meningite.

A forma mais comum de enxaqueca é a sem aura.

Aura são alterações visuais como pontos escuros, luminosos, linhas em zig e zag ou manchas na visão que podem anteceder ou acompanhar a dor de cabeça e costumam durar de 5 a 60 minutos. Na enxaqueca com aura a dor é precedida por alterações visuais ou sensitivas (dormência na mão, braço e língua).

Um alerta importante é que a enxaqueca com aura quando associada ao uso de anticoncepcional pode aumentar o risco de AVC (derrame). Se, além do anticoncepcional, a paciente for tabagista, o risco é incrivelmente maior.

Por isso, lembre-se: a enxaqueca é uma doença que possui características típicas como: episódios de dor de cabeça que variam entre 4 e 72 horas de duração, que podem estar associados a outros sintomas como: dor unilateral, dor de intensidade média ou forte, dor latejante ou pulsátil, piora com movimentação, náusea ou vômito, fotofobia (sensibilidade à luz) ou fonofobia (desconforto provocado pelos sons).

​Você não é obrigado a conviver com a enxaqueca para o resto da vida. Procure um neurologista que seja especialista em cefaleias, pois assim, é possível entrar com um tratamento preventivo e a dor não se tornar crônica.

 

Conseguimos prevenir a enxaqueca?

Alguns hábitos da rotina de qualquer indivíduo podem funcionar como um verdadeiro gatilho para a enxaqueca.

Dormir menos de 8 horas por dia, consumir muitos alimentos industrializados e carboidratos, chocolates, molhos, queijos amarelos, vinhos, glutamato monossódico, tudo isso pode estar associado às dores.

Mas calma: não é preciso abandoná-los, somente tente diminuir o consumo e preste atenção em sua alimentação. Crie o hábito de anotar o que pode ser uma verdadeira “bomba” para você no sentido do aparecimento da enxaqueca.

​Aposte em verduras, legumes, alimentos integrais e claro, pratique atividade física. Musculação, corrida ou caminhada, pilates, além do yoga, são excelentes práticas que trazem benefícios diretos aos pacientes.

​É importante deixar ressaltado que o enxaquecoso consegue ter uma vida normal, desde que esteja atento aos gatilhos que podem desencadear uma crise. Com apenas algumas mudanças de hábito de vida é possível ter uma qualidade de vida melhor, reforça Dra. Roesler.

 

Tratando a Enxaqueca

A neurologista explica ainda que existem medicamentos específicos para os casos de dor recorrente. Na prática, o paciente tem que fazer um tratamento preventivo com remédios que diminuem a frequência e a intensidade das crises. Para os momentos de dor aguda, o médico pode indicar o uso de sumatriptana, droga que reverte à dilatação dos vasos e diminui a transmissão da dor, e de naproxeno, que diminui a inflamação.

Outra opção no tratamento da enxaqueca é a neuromodulação, um novo método de tratamento e prevenção de enxaquecas e dores de cabeça.

Não é um tratamento invasivo, nem medicamentoso e funciona através neuroestimulação, agindo no nervo trigêmeo, principal nervo responsável pelas dores de cabeça.

Na prática, a pessoa coloca o dispositivo na cabeça (uma espécie de tiara) e com ela fica por cerca de 20 minutos e pode ser utilizado tanto como prevenção, como no momento das crises de enxaqueca.

​Livre de efeitos colaterais este método preventivo de enxaqueca pode ser utilizado por crianças a partir de 8 anos e idosos.

Para as gestantes com Enxaqueca esse tratamento se torna uma boa opção pois não será necessário tomar medicamentos para realizar o tratamento de enxaqueca.

Por este motivo a Neuroestimulação acaba se tornando uma ótima opção no tratamento de enxaqueca oferecendo uma possível desintoxicação com segurança ao paciente. Vale consultar seu especialista (Neurologista) sobre este novo método, pois somente ele pode diagnosticar sua doença e informar se o seu tipo de dor de cabeça responde a este tipo de tratamento de enxaqueca.

Depoimentos

“Tenho cefaléia crônica diária há 21 anos.” Elisa Bandeira São Paulo – SP

“Tenho cefaléia crônica diária há 21 anos. Há cerca de cinco anos descobri o Cefaly, que usava apenas nas crises com melhora. Atualmente por orientação da minha neurologista venho usando diariamente o Cefaly.”

“As crises de enxaqueca são bastante incapacitantes!” Cleudi Pereira São Paulo – SP

“As crises de enxaqueca são bastante incapacitantes! Quantos medicamentos têm que ter sempre à mão para diminuir a chance de perdermos mais alguma atividade da nossa vida! Quando conheci o Cefaly tive muito menos desses momentos incapacitantes, menos preocupação de sempre ter o medicamento na bolsa e muito mais oportunidades de cumprir meus compromissos profissionais e viver melhor com minhas atividades pessoais!”

“Tenho 14 anos e há dois anos sofro de Enxaqueca.” Jéssica Cristiane Santos Carapicuíba– SP

“Tenho 14 anos e há dois anos sofro de Enxaqueca, sempre na semana do ciclo menstrual. Indicaram-me o Cefaly como método preventivo, duas semanas antes do período, usando 20 minutos por dia. No primeiro mês as dores diminuíram muito e no segundo já não tive mais crise. Continuo usando e estou muito melhor.”